Com quantas pétalas de sonho e quantas pedras de gelo se faz poesia na madrugada?...
...pétala de sonho...
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Pois então, é essa verdade que me resta
O caminho percorrido foi em vão
Agora é tarde, vá e solte a minha mão
Esqueça meu cheiro, meus cabelos,
O peso dos meus argumentos
Os momentos doces
Em que meu peito foi teu abrigo
Esqueça o sentido em que seguiu comigo
Pois se perdeu o sentido que fizemos...
Esqueça a textura da minha pele
Desvele tuas verdades truncadas
Encarnadas em mim como fantasmas
Destile teus medos pequenos
E teus serenos desejos insignificantes
Se satisfaça com teus jogos imaturos
E com teus inseguros personagens
Que te confundem e dominam
Revele esse teu rosto disfarçado
Descanse esse teu ego amargurado
Procure teu encanto desbotado
Para, quem sabe, guerreiro,
Enxergares teus sonhos verdadeiros
Em águas não tão puras quanto as minhas,
Mas que sejam capazes de te libertar...
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
O gesto que plantou
a semente do meu sorriso,
A presença que recriou
a natureza da minha essência,
A consciência que germinou
na força da minha terra acre,
A criatividade que incentivou
a suavidade das minhas palavras,
A saudade de um futuro fascinante,
A vontade de um passado inexistente,
O encanto do olhar admirado,
O alívio com o presente iluminado:
Eu ganhei uma pétala de sonho...
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